A composição do dinamismo industrial no 1º semestre de 2026
Ao longo desses últimos seis meses, os resultados desfavoráveis têm sido mais frequentes na indústria de transformação, que incluem atividades vulneráveis às taxas de juros.
Ao longo desses últimos seis meses, os resultados desfavoráveis têm sido mais frequentes na indústria de transformação, que incluem atividades vulneráveis às taxas de juros.
Banco Mundial admite políticas industriais na promoção do desenvolvimento, identificando fatores condicionantes para o emprego de diferentes instrumentos e para sua eficácia.
A indústria brasileira encerrou o primeiro semestre registrando seu pior resultado em 2026 até o momento na comparação com ajuste sazonal.
A produção industrial do país apresenta certa resiliência em 2026, mas a composição de seu desempenho mudou bastante, com os juros elevados restringindo a indústria de transformação.
Reação da indústria de transformação mundial no 1º trim/26, com perfil disseminado entre as regiões, sendo Europa e América Latinas as exceções.
Esta Carta IEDI analisa a evolução mundial e a posição do Brasil no comércio internacional por valor adicionado, a partir de indicadores tradicionais de integração nas cadeias globais de valor.
Embora não tenha crescido no 1º trim/26, ao menos a indústria de transformação se estabilizou e muito disso deveu-se ao desempenho do grupo de média-baixa tecnologia.
Em seu agregado, a indústria até sugere alguma resiliência em 2026, mas a composição de seu desempenho mudou bastante, evidenciando o peso da conjuntura de juros elevados.
Em abr/26, a indústria cresceu, mas o impulso foi bastante concentrado em uma pequena fração do setor, indicando mais uma vez um quadro de frágil dinamismo.
O PIB brasileiro teve forte aceleração na entrada de 2026, alavancado por políticas econômicas anticíclicas, que deram robustez sobretudo ao consumo das famílias.
O desempenho da indústria brasileira comparado com o do ano passado sugere, à primeira vista, relativa resiliência na primeira metade do ano, a composição do resultado, porém, conta uma história bem diferente.
A indústria brasileira tem crescido muito aquém do restante do PIB do país nas últimas décadas, implicando um processo de desindustrialização nos últimos 40 anos, mas estudo recente do IEDI mostra que nem todos os estados e regiões passaram pelo mesmo processo.
No 1º trim/26, os fluxos de comércio exterior da indústria brasileira geraram um resultado muito próximo da entrada do ano passado.
Este Estudo do IEDI analisa a evolução mundial e a posição do Brasil no comércio internacional por valor adicionado, a partir de indicadores tradicionais de integração nas cadeias globais de valor.
A trajetória da política industrial e de inovação nos EUA, de Obama a Trump II, conta com muitas continuidades, embora existam mudanças importantes de foco e de instrumentos.
Estudo realizado por Manoel Pires e Bráulio Borges indica ações de ajustamento fiscal, de modo a constituirmos um sistema fiscal mais eficiente, capaz de financiar políticas públicas de forma sustentável e de construir maior resiliência econômica para o país.